A Vaca Louca e Seu Badalo
A Louca Vida no Campo
     janeiro 31, 2004

Citação 

 

"All animals are equal but some animals are more equal than others."

George Orwell | Animal Farm


plantado por Badalo @ 19:56 |

As Crias e a Arte 

 


vangogh.jpg



Como boa Vaca, obviamente que tenho crias e que me preocupo com elas, com o seu desenvolvimento. Quero que sejam felizes.
À medida que vão crescendo, vou conhecendo cada vez melhor as suas dificuldades e os seus anseios.
Destas minhas observações retirei algo que considero assustador: nas escolas, a partir do 1.º Ciclo, não há educação plástica!
Já por diversas vezes questionei quem lecciona, sobre o porquê de tão grave lacuna nos currículos escolares e obtive diversas respostas, que nunca me satisfizeram, nem as compreendo.
Ora é porque os currículos são muito extensos e os meninos precisam de aprender bem a ler, escrever e a fazer cálculos, ora é porque os próprios professores nunca foram motivados para estas matérias e, assim sendo, não as passam aos alunos.
Que adultos virão a ser estes meninos? Como poderão melhorar os que os rodeia, se nem sequer aprendem a observar o que de belo há à sua volta? Este ensinamento caberá só aos pais? Penso que não.
Tendencialmente, as crianças em idade escolar (1.º Ciclo) copiam as representações gráficas uns dos outros, usando muito pouco a imaginação. Na verdade, uma grande fatia também não sabe como a usar, nem desenvolvê-la, não há espaço no nosso quotidiano para a beleza. Nas nossas escolas não se ensina a olhar para quadros e a senti-los, não se ensina a pintar, não se ensina a trabalhar com barro...
O que acontecerá aos meninos que desde cedo revelam apetência para as artes plásticas? Será que se tornam meninos frustrados, que se sentem castrados, por não poderem mostrar o que de melhor têm?
Será que iremos ter adultos a olhar para as obras de Leonardo da Vinci ou de Van Gogh com indiferença? Espero que não. Acredito que esta infeliz tendência desapareça. Que a arte volte aos nossos meninos.


plantado por Vaca Louca @ 14:23 |

Os Dias do Apocalipse... 

 

...estão a chegar, oh-lá-lá, parece que estão mesmo. Já o tenho vindo a dizer.

Bom, como a minha mui querida vaquita demonstrou no post imediatamente abaixo, a loucura total apoderou-se dela e, cuide-se, apenas só por isso não entenderei o que escreveu como uma declaração de guerra. É a beleza de ser badalo, ter sempre muito amor para dar.
Acresce que, tadita, nem se lembra destas coisas: caso eu fosse para o telhado do celeiro servir de pára-raios (coisa que a minha estrutura aguentaria sem problemas de maior) o pescocito dela viria atrás, e, logo, todos seus 350 Kg, que provavelmente se ressentiriam um tudo-nada das descargas eléctricas.
Mas isso não interessa, não vai acontecer. Desde que passou a ir às reuniões secretas do Alécrion, o galarito, (vide post infra "dia de maio, dia de maio") que se despistou totalmente, mas cada Vaca Louca tem um Badalo para lhe assegurar o bem-estar, e eu tenciono continuar a proteger a minha. Mas é preciso ter cuidado com os abusos.
Aliás, vem bem a propósito falar-se disto, pois já todos nós reparámos que o mundo se encontra do avesso, como que virado de pernas para o ar. Pelo que percebo, os dias do apocalipse estão aí. Podemos encontrar alguma informação - cuja seriedade que não tive ainda oportunidade de confirmar - aqui, e tomo apenas a liberdade de transcrever um pequeno parágrafo do link Prometheus, que reza assim:

«"All kings occupying the earth in the Kali Age will be wanting in tranquillity, strong in anger, taking pleasure at all times in lying and dishonesty, inflicting death on women, children, and cows, ...»

Pois. And cows. Nem sequer fala em badalos.


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Detesto ter de escrever estas coisas à pressa; nunca dá para riscarmos a superfície das coisas, mas os tempos não estão para brincadeiras caso não queiramos ser engolidos pelo chaos ao menos sem dar luta. Assim, e antes de cá voltar com mais tempo para tentar beijar o casco do assunto, talvez não fosse mau ir espreitar a discussão sobre a anima e sua (im)possibilidade de reencarnar, na página da Wild Berry.


plantado por Badalo @ 11:43 |

   
     janeiro 30, 2004

Ideias Brilhantes 

 



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Isto por aqui tem andado numa fôna. Ora são raios que caiem no Celeiro, vindos sabe-se lá de onde, ora é a Galinha Jaquina que anda desvairada, pois andou a esconder milho durante todo o Verão, armada em formiga, e agora não sabe onde o escondeu, ora é o Badalo, que agora deu-lhe para andar em constantes mudanças.
Uma Vaca não pode viver assim, sempre no sobressalto.
Pois bem, tomei uma resolução: a partir de hoje acabaram-se os imprevistos. Mas isto não é uma decisão fácil de pôr em prática, pois que posso eu, uma simples Vaca leiteira, contra a fúria da Natureza? Eu não posso, mas o Badalo pode.
Passo a explicar, parece que aqui a nossa quinta é propensa para a queda de raios. Na verdade, durante estes últimos dois meses já caíram 7, destruindo por 3 vezes o Celeiro, e como nós não temos pára-raios lembrei-me que o Badalo serve, na perfeição, para esta tarefa.
Vou pô-lo no telhado do Celeiro! Já imaginaram a lindeza? O meu Badalo, ali, reluzente, lutando conta as intempéries.
É a beleza de ser Vaca, ter sempre excelentes ideias.


plantado por Vaca Louca @ 23:27 |

Catástrofe Natural 

 

Para os bucólicos e ilustres visitantes desta página, uma breve explicação:
Uma portentosa tempestade radiactiva abateu-se sobre todo o blogue ontem à noitinha, o que poderá ter causado algumas eventuais perturbações no ecrã de quem tentou monitorá-lo. Embora totalmente alheios a estas (repete-se: eventuais) quebras na qualidade de recepção desta página, apresentam-se desde já sinceras e magníficas desculpas.
Se servir de consolo a alguém, vou-me fustigar um pouco ali para trás do portão. Aliás: melhor ainda, vou fustigar a Vaca Louca; assim sempre se apazigua um bocado. TLÓING!

plantado por Badalo @ 15:29 |

   
     janeiro 29, 2004

Informação ao Utente 

 

Lamentavelmente, tantas voltas demos com isto que deixámos acontecer um pequeno acidente. Nada se perdeu. Nem os comentários. Mas é preciso ter um pouco de paciência, pois neste momento esta página encontra-se em obras compulsivas.

Agradecidos pela compreensão.

plantado por Badalo @ 17:14 |

   
     janeiro 28, 2004

Alô-um-dois, experiência... som! som! (estalido) 

 

Trata-se de uma experiência. Depois explico (se me apetecer).

plantado por Badalo @ 12:35 |

   
     janeiro 27, 2004

A Vida é Uma Estrada Bifurcada... 

 

Efectivamente, como diz a minha querida Vaca Louca (a, quem, por vezes, chego a tratar por pombura) a vida anda complicada comigo. Já não me bastava a hérnia fiscal mais a unha encravada, sempre em carne viva e a produzir litradas de pus, como agora tenho este tal de Alécrion para me maçar. Está a passar das marcas. Mas eu explico.

Galarito de meia-leca, mas armado em perú, chegou à quinta há uns meses; na altura creio que a pedir asilo mental. Tal como contou, havia peregrinado pelos orientes, durante tempos, e recentemente teria feito uns biscates nuns mosteiros nepalenses, exercendo as funções de despertador espiritual. Posso adiantar que, com as minhas aptidões de investigação furtiva, consegui já apurar que a verdade é que era um galo-de-rua que se instalara num edifício em ruínas sobre o qual recaiu um aparato judicial e policial de despejo, vendo-se na necessidade de encontrar novo poiso.

Bom, mas a questão é que ficou, e desde cedo começou a urdir a sua teia. Convocando reuniões secretas, no celeiro, para as quais só chama as meninas, armado em sedutor. Cabras, porcas, cadelas, até as gatas, comparecem em peso nestas conferências, supostamente à margem do meu conhecimento. Mas eu sou muito perspicaz, oh-lá-lá se sou, e já o topei há muito tempo. Agora está na altura de lhe fazer a folha. Já se adivinha porquê: sim, também a Vaca Louca se deixou apanhar nesta rede, como está à vista de quem queira ler o resto desta página. A minha Vaca Louca.


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E agora o problema é a minha incompressão. Nada de Índias, pois. Mas vejamos: queixa-se das tetas, esquecendo-se que só com a ajuda do bigodudo é que consegue aliviá-las, o que a não acontecer, lhe causaria uma embolia imediata. Tunga! Ponto primeiro. Depois, é porque quer ser adorada. Ora ser mais adorada que é, por esta quinta em peso, e sobretudo por mim, seu badalo, não é na Índia que vai encontrar. Tadita, ela não percebe, porque é Louca, mas o Alécrion é barbaro e mesquinho, não terá (nem teve) pruridos em lhe meter estas ideias na moleirinha, deixando-me neste aperto. Ponto segundo? Bom, e
tentativa de ponto terceiro - ninguém vai salivar aqui para cima de naco nenhum, a não ser eu que babo imenso com ela, e para cima dela, mas só quando rebola, que isto da gravidade não perdoa e afinal de contas eu não passo duma pendureza.

Enfim, reitero o meu dia de maio a todos quantos possam demover a minha Vaquinha destas ideias de ir para a Índia, porque já quanto ao Alécrion tenho aí uma petição para um estufadinho de moelas na manga, que vai para o prelo não tarda nada.


plantado por Badalo @ 20:46 |

Protesto 

 


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Como é óbvio, a vida anda complicada, com o meu badalo. Esta incompreensão no que toca à ida para a Índia está a danar-me.
Naturalmente, para ele, não há problema, pois não corre o risco de se ver tranformado em rosbife, a ser servido a um homem gordo e anafado, salivando para cima do naco (eu). Não passa pela vergonha de ter todos os dias um homem de bigode, a espremer-lhe as tetas. É que já estou farta disto.
Eu, como Vaca, mereço respeito, e mais até, adoração. Quero ir para a Índia, onde serei tratada como uma princesa. Quero a emancipação!! Quero queimar o meu sutiã em praça pública!!


plantado por Vaca Louca @ 09:51 |

   
     janeiro 25, 2004

Dia de maio, dia de maio! 

 


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...
Tenho de confessar que isto começa a abespinhar-me os nervos.

Deu na moleirinha da Vaca que temos de nos mudar para a Índia. Diz que está na hora de receber o respeito que merece. Mas a Índia fica longe com'o catano, nem sei se há lá cerveja decente, e quase de certeza de que não há TvCabo.
E vou dizer mais: isto é uma g'anda treta, estar aqui a fazer publicidade a uma sociedade comercial, que ainda para mais domina o seu mercado e é um paradigma de eficiência e transparência (que significa respeito pelo cliente).
Quer-se dizer: quem sou eu para estar aqui a opinar, ou a valorizar, ou a publicitar?! Bem, sou o Badalo, e não quero ir para a Índia.

Infelizmente a Vaca não fala de outra coisa, ultimamente, e o ambiente no estábulo tornou-se mais pesado.
Há dias, por causa disso, caiu uma porção do balcão norte - o nosso estábulo é assim do tipo loft - mesmo em cima do balde da ração de aveia dos próximos três quinze dias... Tão pesado que mesmo os cavalos andam a metabolizar a alimentação de forma diferente, e agora já nem esperam pela parada para ir obrando a torto e a direito, empilhando, fazendo carreirinhos de bosta, no fundo, que está malcheirosa como nunca. Apre!

Torna-se urgente voltar à nossa anormalidade normal. Nada de Índias. Nada de coisa sagradas. Nada de grandes comoções. Acho que o tabaco lá não presta.
Além de que são prolíferos naquelas ditas músicas às bolinhas, designação, aliás, que nunca percebi. É que tanto quanto entendi, a expressão até se deve em maior parte a um tipo de público mais comedido, mais ligeiro nestas coisas de saber de perto, e não tanto àqueles, muito in-club, a quem facilmente associaríamos a origem da designação. Depois de duas ou três pastilhas as bolinhas lá estariam.
Já por exemplo os martelinhos torna-se fácil de perceber donde vêm... enfim, não nos dispersemos.

Não teria razão especial para vir aqui desabafar a não ser pelo facto de, imbuído de um rompante de temerária coragem, bradar neste momento por um dia de maio, dia de maio, (mayday, mayday) a todos os que por aqui passem, queiram e possam depositar o vosso apoio, para que a Vaca se deixe de estultícias e se mantenha queda.
Alguém que lhe mostre que está louca. Agradecem-se argumentos inextricáveis.

Antecipadamente grato :)


plantado por Badalo @ 22:45 |

   
     janeiro 24, 2004

Dupla Personalidade 

 


babe.jpg



Ora pois bem, há um mês atrás tivémos a visita do porquinho Babe, porco frequentador da nossa quinta, ilustre visitante.
Havia já algum tempo que não aparecia e quando veio ter comigo aqui, ao prado, achei-o bem disposto e conversador, além de gordo, como se quer a um porco atraente.
Mas passados uns dias, e depois de longas conversas, comecei a ficar preocupada. A ideia que o Porquinho se estava a passar perseguia-me. Mas porquê? (isto é o que vocês se estão a perguntar). Não é que o raio do porco pensava que era um cão!! Punha-se ali, a correr atrás das ovelhas, a juntá-las, a tentar ladrar!! Eu sei que isto vocês já sabiam, eu é que ainda não tinha visto o filme.
Depois de muito conjecturar, veio-me à mente que aquilo era um caso típico de dupla personalidade e que o porco tinha de ser seguido por um especialista imediatamente!
Foram horas para o convencer, tive de lhe explicar tim-tim por tim-tim (ai credo, tim-tim faz-me lembrar o Badalo, ai..ai...), que o Sr. Dr. Pero Esticado era um homem bom e que o trataria daquela tara. E o Porquinho Babe lá acedeu.

Pusemo-nos a caminho, que o Sr. Dr. mora na cidade e o caminho é longo.

Chegados, o Babe lá entrou para o gabinete, um pouco contrariado. Passaram-se, à vontadinha, duas horas, e ao fim deste tempo apareceu à porta o Sr. Dr.:
- Então, Sr. Dr. como é que ele está? - perguntei ansiosa
- Bem, muito bem. Eu tratei-lhe da saúde.
E passou-me para as mãos um saco de bifanas.


plantado por Vaca Louca @ 17:58 |

Primeira Homenagem 

 


TT.arwen.2.jpg



Pois na verdade é assim. Como casalito, pois pela beleza, pois pela pureza, nobreza e coragem, cá o Badalo para já elegeu-o como referência.
Depois da Vaca Louca ter tratado dos pormenores das estrelas do Motel, lá me sentei em cima das malas antes de as fechar (em bom rigor: para que fechassem) e zarpei até Rivendell - mesmo ali ao lado de Hollywood - para entrevistar este magnífico par.
Ambos afáveis, refira-se.
Chegado ao ponto de encontro, um pequeno chalé na encosta setentrional, nem um nem outro envergava muita roupa e apresentavam-se ligeiramente transpirados, o que me sugeriu logo que tinham acabado de estar na malandrice. Sou muito perspicaz, oh-lá-lá, se sou. Na pior das hipóteses ainda não tinham acabado voluntariamente de estar na malandrice, o que implicaria calçarem-me uns patins a breve trecho, e vai daí decidi despachar-me. Liguei o gravador, ajeitei a gola para que ficasse com um ar um tudo-nada 'dandy', e chutei: (seguem-se excertos da dita gravação)
- Aragorn, V. Majestade! (curvei-me). Cumé? Tudo na pura?
Ele olhou para mim com ar dócil, sorriu a Arwen, e lá disse:
- Estamos como podemos. A vida 'tá má 'pa todos, o quéc julgas?
- Hã? Não me digas que... Quero dizer... Fiz um monte de milhas para vir falar convosco, e... Não me podes emprestar uns trocos?
- É como digo. Não há a luxúria e a opulência que se julga. Sou um rei democrata. O que tenha a mais distribuo pelo povo.
- Pá! Mas eu sou do povo! Não há mais do povo que eu!! Distribui aí!
Nisto a Arwen, que só agora tinha conseguido fechar o robe de seda, interrompeu:
- Sjaad'ur udossa dosman ush'akal, udos inbal ulu inbau rath ulu udossta chaon, ussta m'rrandii lueth ussa.
Fiquei a olhar para ela com ar de besugo dentro dum aquário apertado.
- Perdão?
- Aragorn, belbau huela coins ulu nindol nesst lueth jous ukta lil i'dol doeb.
- Jhal, jhal, jhal, ssinjin ssinssrigg, uk uriu doer natha verve, verve i'dol fridj ulu...
- Venorsh! Xun ol nin! - vociferou ela, de tal forma que Aragorn até levou a mão à espada, temendo o pior.

Num minuto estava no caminho de regresso, com meia dúzia de sílabas gravadas, aquecido pela ternura daquele mágico casal, e embevecido e deslumbrado com o 'glamour' de toda a visita.

Para os mais desatentos, que ainda não aprenderam élfico, e desejam acompanhar todo o episódio, podem sempre servir-se do conversor. Nem sempre resulta, mas é melhor que nada.


plantado por Badalo @ 16:18 |

Nada Como Um Bom Dia de Ronha 

 

Para quem cometeu a imprudência de não ter percebido logo tudo através do título, há uma advertência: este texto nada mais adianta. Até logo. Até porque se me ponho para aqui a escrever, lá se vai a ronha; quando der por mi

plantado por Badalo @ 12:14 |

Apresentação 

 

Bem, como o título índica isto é uma pequena apresentação das cenas impróprias que se passarão neste blog.
Serão aqui editadas conversas enfadonhas entre mim (Vaca) e o meu Querido Badalo, conversas estas desaconselhadas a cardíacos e doentes mentais. Pronto, estamos apresentados.

Vaca

plantado por Vaca Louca @ 12:04 |

   
     


 

O Parzito
Ó Pra Nós

Tractor de Busca

A Parada

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