Vaca Louca – Estava para aqui a pensar, Badalo, que o tempo passa rapidinho. Não é que me sinta uma vaca mais velha, mas dei-me conta que já há muitas pessoas que, através de nós, conhecem a nossa quinta, os nossos amigos animais...
Badalo – Hã? Ah, claro que sim...! (onde é que pus o disco do Vítor Espadinha? Oh! Já estamos no ar?? Mas ainda não tenho o som pronto para o post...!)
Vaca Louca – Humpff!! Atrasado, como sempre, Badalo! Bem, adiante, que já tenho ali atrás a produção a dizer-me para acelerar. Achas que alguém se lembra que quando começámos o blog tivemos logo
visitas de personalidades
muito conhecidas?
Badalo – Mmmmm. Aliás, tlóing! (Mmmmm és tu que fazes... hehehe) Olha, é bem capaz de haver quem se lembre, mas para quem não lembra, temos ali o sótão ao lado, ó... (pisca o olho).
Vaca Louca – Pois, e vendo bem as coisas, até nos
fartámos de ensinar coisas aos nossos visitantes, coisas da
máxima importância, como
falar Elfo. Língua Maravilhosa.
Badalo – É mesmo. Aqui levamos o
serviço de utilidade pública muito a sério.
Estás muito
elegante, Vaquinha. Sentes-te orgulhosa com a data de hoje?
Vaca Louca – Muito!! Não vês como estou inchada? Se me fosse pesar, neste momento, de certeza que bateria os 350 Kg do costume, que isto do orgulho insufla uma vaca.
Que mais tens gostado daqui, destas coisas de cronista rural?
Badalo –
Moi? Olha, sobretudo, e agora do fundo do coração? Digo-te, garanto-te: é, ainda hoje, o mesmo que me fascina: mexer nestes
botanitos todos que temos aqui na nossa
aparelhagem impressionante!
Mas é, também, do
ar do campo, dos
passeios pelo
Tracódromo, das
reuniões, das
discussões...
Vaca Louca – Eu sei que não perguntaste, mas o que eu gosto mesmo... o que eu gosto mesmo é da diversão. Epá, gramo mesmo
divertir-me aqui com os amiguinhos, que apesar de serem um tanto hmmm... peculiares, são bons animais.
Reparaste, ontem, que o caseiro estava a dizer que a Jaquina estava mesmo boa? Depois acrescentou mais qualquer coisa, mas eu cristalizei no “boa”...
Badalo - ... para depenar, aposto! Este caseiro
não é de fiar!
Também gostei muito de aprender coisas e fazer amizade com os nossos visitantes de carne e osso. E digo isto com a voz embargada...
Vaca Louca – Pois, essa parte é mesmo boa, isso eu também gosto muito.
Achas que eles vão comprar o meu livro de poesia
Neo-Dadaista-Manif, quando editar um?
Badalo – Nem te perguntes isso,
Pombura, que na absurda hipótese de não comprarem eu desunho-me mas compro a edição completa, e depois decoro-a, e a seguir dou os exemplares a todos aqueles que busquem a compreensão intuitiva através da alvorada de uma artista de primeira água!
Parabéns, querida!
Vaca Louca – Parabéns tu, Badalo! No fundo, parabéns no geral.